Um anjo sem cor
Transparente
Na dor e no amor
Signo sem casa
Ascendente sem asa
Língua sem pudor
Menina farroupilha
Futuro do pretérito
Pelo mistério que for
Beijo sem crédito
Apenas mágico
Sem remédio, trágico
Escorpião tatuado
Na alma inquieta
Sem calma, ereta
Tempestade de doçura
Cais de loucura
Acolhendo desavisados perdidos
Armadilha, anagrama
Clorofórmio com baunilha
Marginal “má non tropo”
Patricinha alucinógeno
Topo, trepo e não nego
Que me perco na miragem
Marcelo Moro

Nenhum comentário:
Postar um comentário