Meu poema, meu frio na barriga
A cor perfeita, o perfeito equilíbrio
Minha miragem, meu vício
E que não acredita no que eu digo
Mas de dizer sempre e muito
Um dia funciona o encanto
E o canto há de fluir pelas veias
Como fujo pelas ruas da Metrópole
Para não cair em tentação de parar onde esteja
E gritar seu nome Lua Nova
Marcelo Moro

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