Para não falar mais que a boca
Para não ver encaixado o quebra cabeças
Encaixando pernas numa tarde de sol
Com a luz entrando pelo vão da persiana
Sabedoria
Meditação
E muita calma nessa hora
Antes que se perca tarde afora
O equilíbrio e a razão
Mas como falar de um rio seco
Se a flor inocentemente se molha
Tranquilamente aflora
E estampa seu vestido com vida
Seus passos , esguio corpo
Sedução
Vai e vem nesse porão
Úmido e escuro
Que o desejo retido, controlado
Marcelo Moro

Por vezes há que dispensar o autocontrole.
ResponderExcluirUm poema intenso, gosto.
Beijo
linda poesia, mergulhei nos versos deliciosos. muito legal o teu blog. te convido a conhecer o meu cantinho:
ResponderExcluirhttp://metamorfosearsemmedo.blogspot.com.br/ beijos