Canalha
Navalha que corta profundo
Nó
E só quem tem os tais Pterodáctilos
Voando no estomago é quem sabe
Apenas quem sente sabe
E quem tem sensibilidade que sinta
Que ouça quem tiver ouvidos
As vozes do além parecidas com a sua
O dia todo, todo dia
Não é um jogo
Mas fica apenas quem sabe jogar
Quem atravessa terraços na corda bamba
E no asfalto lá embaixo samba
E flores brotando em cada gota de suor que cai
Do rosto pintado do amor
Parece ser amor, sem promessas
Sem dessas de data e hora marcadas
Apenas acontece de sol a sol
E incendeia de Lua a Lua
A tribo dos amantes
É enfim um puro instante
Que sempre dura para sempre
Obrigado !
Marcelo Moro
*foto, flores no muro da casa da abuela bruja Tereza
Navalha que corta profundo
Nó
E só quem tem os tais Pterodáctilos
Voando no estomago é quem sabe
Apenas quem sente sabe
E quem tem sensibilidade que sinta
Que ouça quem tiver ouvidos
As vozes do além parecidas com a sua
O dia todo, todo dia
Não é um jogo
Mas fica apenas quem sabe jogar
Quem atravessa terraços na corda bamba
E no asfalto lá embaixo samba
E flores brotando em cada gota de suor que cai
Do rosto pintado do amor
Parece ser amor, sem promessas
Sem dessas de data e hora marcadas
Apenas acontece de sol a sol
E incendeia de Lua a Lua
A tribo dos amantes
É enfim um puro instante
Que sempre dura para sempre
Obrigado !
Marcelo Moro
*foto, flores no muro da casa da abuela bruja Tereza




