Roubou o vinho
Apagou a chama
Revirou a cama
Deixou sozinho
Trancou por fora a porta
Engoliu a chave
Riscou a pintura da nave
Rasgou no dente a natureza morta
Fez gestos estranhos para a câmera
Fodeu a amizade
Jogou no asfalto a Jade
Passou a língua na lâmina
Platinou os cabelos
Tocou fogo na casa
Saiu de baixo das asas
Para questionar os espelhos
Marcelo Moro

O eu-lírico fez tudo errado, e no final, acho que acertou. Amei!
ResponderExcluirperfeito.... meu querido!!! adoro seus poemas... beijos...
ResponderExcluirmuito bom Marcelator
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