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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Trinta e dois




Uma constelação diferente no céu
Dessas que anunciam Rainhas, Deusas
Uma canção em um violão, uma voz ao Léu
As vezes um choro, não tardio, um sumiço

Andar por aí faz bem, um vinho maduro
Um ano a mais de delícia sobre um signo dividido
Apenas pelo dia e noite, mas o Sagitário definitivo
um ponto equidistante entre minha realidade e sonho

Os pés descalços e as flores nos cabelos, celebração
As meninas a beber, e os meninos meros súditos
E eu achando que posso dizer, insultar, pregar a perdição
E por fim me colocar entre melodias e poemas Lúdicos

Trinta e duas estações como versos
Paixões, amores e desafetos
Assim é a vida, em cores e as vezes preto e branco
Para você sempre mais que um brinde , sempre mais que um canto

Marcelo Moro

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